CAP1

                                                                         Extraterrestres

                         (Sua natureza diversificada e como vivem)


MUITO se fala em extraterrestres (ETs) em todo o mundo e as mais espantosas e incríveis histórias são contadas as respeito deles, tanto em ficção literária e cinematográfica como em textos sobre

Ufologia e matérias afins. Existem listas de discussão na Internet que se dedicam (em tese) a tratar desse tema, que pode se tornar mais subjetivo ainda quando o ET é colocado em um contexto esotérico, porque a conceituação metafísica não é passível de ser aferida em termos racionais e com ferramentas científicas, como no caso de uma investigação totalmente orientada pela racionalidade. 

Nos chamados meios esotéricos, o enfoque esoterista – que é o que se abordará neste trabalho – pode dar margem a uma grande confusão. Por exemplo: neófitos na Senda Mística muitas vezes confundem Seres Superiores dos Planetas Espirituais, como os Mestres Cósmicos das Esferas Quadridimensionais, com seres sujeitos à finitude corporal física, originários de outros planetas materiais que não a Terra e todos acabam sendo rotulados indiscriminadamente de ETs ou de alienígenas, quando estes vivem na Terceira Dimensão, como os terráqueos, enquanto que os outros manifestam sua existência na Quarta Dimensão, como os Seres dos Planetas Uranus2 (Planeta Espiritual Uranus) e Kron. Na verdade há um denominador comum para todas essas manifestações de vida Auto consciente, mas é muito amplo: são todos unidades autônomas de Energia consciente, de alguma forma harmonizadas com a Mente Cósmica, que é a Grande Consciência, estrotejada na Manifestação do Ser pela Força, a Suprema Instância de Tudo.

A Ciência dos terráqueos ainda não teve ocasião de comprovar, mas existem muitos e muitos outros planetas físicos habitados por seres que nascem, crescem, envelhecem e morrem, exatamente como na Terra, só que com manifestações muitas vezes totalmente diferentes das conhecidas pelas criaturas humanas. 

Assim, há extraterrestres, em outros mundos físicos, neste e em outros Universos regidos pelas Leis da Dualidade e da Entropia que, apesar de estarem na matéria densa e sujeitos à finitude, não necessitam de um corpo físico propriamente dito para conter a sua autonomia de consciência. São seres formados por uma manifestação não visível ao olho humano, como as ondas de rádio, por exemplo, mas que existem concretamente e interagem uns com os outros, podendo igualmente interagir com criaturas diferentes, como os terráqueos. Algumas vezes essas criaturas viajam a outros planetas físicos, entre os quais a Terra, usando naves igualmente diáfanas, feitas de matéria invisível para os humanos, mas que podem se tornar visíveis mediante a utilização de recursos de altíssima tecnologia, que manipulam a Energia Pura, o substrato da Massa Energética que produz Matéria e Antimatéria. 

Notem que esses seres, por mais avançados que sejam em termos tecnológicos e por mais desenvolvidos que possam ser mentalmente, dotados até de habilidades que os terráqueos rotulam de superpoderes, como comunicação telepática, capacidade de teletransporte, poder de hipnose em massa e de cura instantânea de ferimentos, não são de forma alguma Seres Superiores como os Mestres Cósmicos, porque estes vivem na Vida Eterna, diante da magnificência indescritível do Grande Sol Central e são infinitos, não necessitando de invólucro que os contenha para a manutenção de sua individualidade, sendo ao mesmo tempo unos com a Emanação Logosofia do Cresto Solar, que é personificada simbolicamente pelo Cristo Cósmico.


Nem todos os seres altamente evoluídos de outros mundos físicos são totalmente bons, pelos parâmetros de aferição da Ética Humana, e muitos deles são guerreiros e conquistadores de mundos empenhados na expansão e na manutenção de algum tipo de Império. 
Em sua maioria esses ETs não se preocupam com planetas primitivos e inferiores como a Terra, a não ser quando estão interessados em estabelecer algum tipo de exploração do solo, da atmosfera ou de outro elemento desses planetas para a extração de algum insumo de que necessitem para a produção de algo, que tanto pode ser a munição de uma arma, o propelente de uma nave, a base alimentar para criaturas naturais ou cyborgs, remédios etc etc. 
Certa vez tive oportunidade de manter contato com criaturas desse tipo e elas não me pareceram nem boas nem más, mas simplesmente destituídas disso que os terráqueos qualificam de emoções, como amor, ódio, medo, alegria, rancor, inveja, compaixão etc etc etc. 
Nessa ocasião eu estava com um problema no espaço sideral e pedi ajuda a tais seres e eles simplesmente me disseram que aquilo realmente não era problema deles e foram embora com a mais absoluta indiferença ante a minha grande aflição.

Há, ainda, nesta Galáxia na qual a Terra se manifesta e em outras, que nascem a todo momento, planetas físicos habitados por criaturas que mesmo não se parecendo com os primatas humanos possuem a mesma estrutura básica, ou seja: um esqueleto ósseo revestido de algo semelhante à carne e à pele dos terráqueos, formando um corpo que contém vários tipos de órgãos, incluindo algumas glândulas muito mais desenvolvidas, que facultam perceções extrassensoriais como sentidos normais e comuns nessas criaturas. 
Assim, existem ETs que além de contarem com visão, audição, faro, tato e paladar ainda contam com capacidade de computação, de programação do futuro e de materialização de pensamentos em realizações. 
Visitei alguns desses planetas e mantive, até, contatos de certa forma amistosos com tais manifestações Auto conscientes de Vida individual. Em alguns desses planetas físicos não há machos nem fêmeas e os novos seres, que devem surgir para preencher os lugares dos que envelhecem e morrem, são fabricados mentalmente, materializando-se. 
Em alguns planetas não existe o processo de crescimento e envelhecimento dos seres: eles apenas são produzidos, por clonagem mental e já “nascem” adultos, tendo um certo tempo de duração, no decorrer do qual devem produzir outros seres.
Contudo, mesmo em tais mundos existe um processo de evolução das espécies, mas este se resume mais a uma expansão da capacidade mental (física e subjetiva), que se processa mui lentamente, de geração para geração. 
Já em outros tantos planetas físicos há machos e fêmeas, sendo que em certos mundos estes copulam publicamente e a todo momento, produzindo novas criaturas que nascem quase que instantaneamente, umas já adultas e outras como crianças, devendo crescer, amadurecer e, finalmente, morrer. 
Certa vez estive em um planeta físico que não se pareceria nada com a Terra e lá existiam congregações de criaturas que professavam uma filosofia muito semelhante à linha de pensamento Rosacruz, o que me deu a prova de que a R+C é realmente Universal e Sideral, embora o seu princípio básico não sobreviva nos Mundos Espirituais, como o Planeta Uranus 2, porque tais planetas se manifestam fora da ação da Lei da Dualidade. 
Como já tive ocasião de expor em outros artigos e ensaios, o princípio básico Rosacruciano é a compreensão (e aceitação, para os Iniciados) de que a personalidade-alma deve florescer como uma Rosa na Cruz dos contrastes da Dualidade, que é formada por alegrias e tristezas, sucessos e fracassos, bem estar e mal estar, medo e paz mental, infortúnios e benesses.

Vários tipos de ETs, originários de Mundos Físicos, empreendem viagens pelo Espaço Sideral utilizando naves construídas com materiais físicos de altíssima resistência ao atrito, que podem penetrar praticamente em qualquer tipo de atmosfera sem se incendiar. 
Umas são feitas com materiais muito pesados e dotadas de sistema antigravitacional, que simplesmente anula a Força da Gravidade, enquanto outras são fabricadas com materiais muito leves, mas praticamente indestrutíveis. 
Qualquer um desses dois tipos de nave pode tornar-se visível a um terráqueo ou a outro animal semelhante, que habite um mundo físico. 
De uma forma geral os terráqueos não possuem boa visão, quando comparada com a de outros animais mais evoluídos, que contam com um único (mas muito potente) olho, ou com vários, dotados de muito maior alcance e capacidade de penetrar nos campos de força que geralmente blindam as naves siderais, como precaução contra imprevistos, que compreendem desde o ataque com armas de cálcio à colisão com asteroides e meteoritos. Nenhuma dessas naves, porém, consegue ir a uma estrela para recolher material combustível e, por isso, o cálcio estelar tem de ser produzido por meios alquímicos. 
O cálcio tanto é usado por armas que emitem raios destrutivos como é utilizado como combustível por naves físicas, não como propelente, mas como gerador de uma condição que produz o necessário campo magnético para a navegação por deslizamento.
Tais naves também existem em forma robótica e algumas se aproximam de planetas como a Terra para mapear certos recursos minerais, em um trabalho de levantamento que é feito sistematicamente em mundos da Terceira Dimensão.



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